(Livro) Celebrando os Solstícios
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(Livro) Celebrando os Solstícios

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DETALHES DO PRODUTO

Em Celebrando os Solstícios, o autor busca resgatar antigos hábitos, como as celebrações que marcavam a mudança das estações do ano, acontecimentos que proporcionavam grande bem-estar aos seus praticantes. “Durante milhares de anos, nossos ancestrais marcaram as estações pelos festivais. Esses festivais, entre os quais os mais importantes e universalmente comemorados eram os dois solstícios anuais, serviam a inúmeros propósitos: reuniam jovens e velhos, ricos e pobres, permitiam vazão emocional e ruptura dos limites e inflexibilidades culturais. O trabalho era deixado de lado; os prisioneiros, libertados; e senhores e escravos trocavam de lugar”.

Autor(es)

Richard Heinberg
Páginas168
Tamanho

16 x 23

 DESCRIÇÃO:

Esta obra conta a história e o significado dos solstícios, estimula a prática dos rituais extasiantes da renovação das estações e dá conselhos práticos sobre como celebrá-los em nossos dias. Festivais sazonais não são somente costumes culturais. São eventos alegres, divertidos e profundos, que festejam a própria vida e nos conectam profundamente com a Terra, com os céus, e com o bem-estar de sermos nós mesmos. O Que é um Solstício? O solstício divide o ano em duas metades: seis meses de Sol mais intenso seguidos por seis meses de Sol menos intenso. Estes dois subciclos constituem um par de opostos complementares, da mesma forma que dia e noite, luz e trevas, calor e frio, positivo e negativo. Povos antigos sabiam que tudo precisava de um oposto ou complemento para ter significado e vitalidade. A interação de princípios complementares promove o movimento e a mudança. Entretanto, os pontos de divisão, os limites ou bordas entre complementos são indefinidos. São mágicos e misteriosos, não pertencem a este mundo nem a outro e, consequentemente, servem de porta, entre as dimensões, realidade e estados de consciência. Por este motivo os solstícios, como dobras das estações, sempre foram vistos como tempos nos quais os dois mundos se aproximavam, tempos de perigo e de oportunidade, de vigília e de abundância. Durante milhares de anos, nossos ancestrais marcaram as estações pelos festivais. Estes festivais, entre os quais os mais importantes e universalmente comemorados eram os dois solstícios anuais, serviam a inúmeros propósitos: reuniam jovens e velhos, ricos e pobres, permitiam vazão emocional e ruptura dos limites e inflexibilidade culturais. O trabalho era deixado de lado, os prisioneiros, libertados, e senhores e escravos trocavam de lugar. Todos podemos nos beneficiar dos cuidados com relação ao nosso planeta e ao relacionamento deste com o Cosmos. Quer sejamos cristãos, judeus, muçulmanos, hindus, budistas, seguidores de índios nativos norte-americanos.